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domingo, 14 de outubro de 2012

FamosiDrops: Ex-modelo, Agatha Moreira sabe que preconceito existe como atriz



SÃO PAULO – Aos 20 anos, Agatha Moreira está dando um show de interpretação na pele da patricinha fashionista Ju em “Malhação”. Mas a moça ralou para chegar ao posto de protagonista da novelinha adolescente da Rede Globo.

Depois de morar em vários países diferentes como modelo, Agatha resolveu se instalar em Nova York, nos Estados Unidos, para ir em busca de seu sonho: ser atriz. E deu certo.

Eu estava em Nova York para ser atriz. Queria investir na carreira e por isso resolvi trabalhar como modelo lá para juntar uma grana e voltar para o Rio de Janeiro e estudar”, contou ela em entrevista exclusiva ao Famosidades.

Há quem diga que “Malhação” é como uma escola para atores globais. Muitos talentos, aliás, migraram de lá para outras produções principais da emissora de Jacarepaguá. Cauã Reymond, Bruno Gagliasso, Dani Suzuki, Henri Castelli e outros foram “cases de sucesso” da novelinha.


E parece que Agatha está no caminho certo. A começar pelo jeito como fez o teste para atuar no folhetim. Como não tinha dinheiro para fazer pessoalmente no Rio de Janeiro, a jovem decidiu gravar um vídeo, com a ajuda de seu namorado.

Postei o vídeo e enviei o link para o produtor de elenco. Ele assistiu e mostrou para o diretor, que pediu que eu fizesse um outro vídeo com o texto da minha atual personagem. Fiz o mesmo processo e fiquei na expectativa. Não pude me conter de tanta alegria quando soube que estava aprovada”, lembrou.

Assim como Agatha, muitos ex-modelos seguiram a carreira de ator ou atriz. E, claro, muitos deles sofreram muito preconceitos por terem um “passado na moda”, digamos assim. Reynaldo Gianecchini foi um deles, que conseguiu se desvencilhar dos preconceitos e está construindo uma boa carreira na atuação.

Questionada sobre o preconceito, Agatha Moreira admitiu que ele existe, sim. Mas que está sendo muito bem recebida por todos os seus colegas. “Seria hipocrisia da minha parte dizer que esse preconceito não existe, pois existe sim. No meu caso, tive o privilégio de encontrar pessoas que me receberam de braços abertos e que me conheceram mais ao fundo antes de qualquer julgamento”, ponderou.